A princípio, o Atlético-MG comunicou que Eduardo Vargas estaria de fora dos planos do clube para a temporada 2024. Com a iminente dispensa do atacante, o Fortaleza sinalizou o interesse em contar com o craque junto ao elenco comandado por Juan Pablo Vojvoda. Entretanto, após o alto salário do chileno, o Leão do Pici bateu o martelo e decidiu desistir da contratação.

O Galo até que concordou em iniciar os trâmites com o Fortaleza, mas o clube nordestino voltou atrás devido a um detalhe importante. Vargas recebe o equivalente a R$ 750 mil em salário, valor visto como alto para os parâmetros do Leão do Pici. Em continuidade, a diretoria tricolor tentou negociar com o Atlético-MG o pagamento parcial dos vencimentos do atacante, o que não foi aceito pelo alvinegro.

A atual janela de transferência se encerra no dia 7 de março, mas o Fortaleza segue procurando uma atacante de peso no mercado da bola. De modo geral, Vojvoda deseja contar com um atleta de velocidade que possa atuar pelos corredores. No mais, é válido destacar que o Leão estará presente, em 2024, no estadual, Copa do Nordeste, Copa do Brasil, Série A e Copa Sul-Americana.

O Fortaleza encerrou a negociação pelo atacante Eduardo Vargas! Negócio não deu certo devido ao alto salário do chileno (R$ 750 mil por mês). Tricolor teria que pagar 100% dos salários. Contrato do jogador com o Atlético vai até o fim de 2024.

Fortaleza segue em busca de… pic.twitter.com/B6pN1fguNw

— CENTRAL DO FORTALEZA (@centraldoleao) February 29, 2024

Fortaleza e as consequências da violência

Em jogo válido pela 4ª rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste, o Fortaleza encarou o Sport, na Arena Pernambuco. Apesar do empate em 1 a 1, o que chocou o Brasil foi a truculência como os torcedores rubro-negros trataram a delegação adversária. Na saída do estádio, o ônibus do Leão do Pici foi atacado, acarretando em lesões graves nos seguintes jogadores: João Ricardo, Escobar, Titi, Brítez, Lucas Sasha e Dudu ficaram feridos.

Abalados com o episódio, os jogadores do Fortaleza demonstraram insegurança para dar sequência as atividades, a exemplo de Thiago Galhardo, que foi liberado pelo clube após sofrer de crise do pânico. Até o momento, nenhum infrator foi preso.

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